hospedar imagem
ÚLTIMAS atualizações

Deus Ainda Fala com as Pessoas

Written By Promessas de Deus on sábado, 4 de maio de 2013 | 05:12




Um Jovem foi para o estudo da Bíblia numa noite de Quarta-feira. O pastor dividiu entre ouvir a Deus e obedecer a palavra do Senhor. O jovem não pode deixar de querer saber se "Deus ainda fala com as
pessoas?".
Após a pregação ele saiu para um lanche com os amigos e eles discutiram a mensagem. De formas diversas eles falaram como Deus tinha conduzido suas vidas de maneiras diferentes.
Era aproximadamente 10 horas quando o jovem começou a dirigir-se para casa.

Sentado no seu carro, ele começou a pedir " Deus! Se ainda falas com as pessoas, fale comigo. Eu irei ouvi-lo. Farei tudo para obedecê-lo" .

Enquanto dirigia pela rua principal da cidade, ele teve um pensamento muito estranho: "Pare e compre um galão de leite". Ele balançou a cabeça e falou alto "Deus é o Senhor? ". Ele não obteve resposta e continuou dirigindo-se para casa. Porém, novamente, surgiu o pensamento "compre um galão de leite".
O jovem pensou em Samuel e em como ele não reconheceu a voz de Deus, e como Samuel correu para Ele. "Muito bem, Deus! No caso de ser o Senhor, eu comprarei o leite".
Isso não parece ser um teste de obediência muito difícil. Ele ainda poderia também usar o leite. O jovem parou, comprou o leite e reiniciou o caminho de casa.
Quando ele passava pela sétima rua, novamente ele sentiu um pedido "Vire naquela rua". Isso é loucura, pensou e, passou direto pelo retorno.
Novamente ele sentiu que deveria ter virado na sétima rua. No retorno seguinte, ele virou e dirigiu-se pela sétima rua.
Meio brincalhão, ele falou alto "Muito bem, Deus. Eu farei".
Ele passou por algumas quadras quando de repente sentiu que devia parar.

Ele brecou e olhou em volta. Era uma área misto de comércio e residência.
Não era a melhor área, mas também não era a pior da vizinhança. Os estabelecimentos estavam fechados e a maioria das casas estavam escuras, como se as pessoas já tivessem ido dormir, exceto uma do outro lado que estava acesa.

Novamente, ele sentiu algo, "Vá e dê o leite para as pessoas que estão naquela casa do outro lado da rua". O jovem olhou a casa. Ele começou a abrir a porta, mas voltou a sentar-se. "Senhor, isso é loucura."

Como posso ir para uma casa estranha no meio da noite?". Mais uma vez, ele sentiu que deveria ir e dar o leite.
Finalmente, ele abriu a porta, "Muito Bem, Deus, se é o Senhor, eu irei e entregarei o leite àquelas pessoas. Se o Senhor quer que eu pareça uma pessoa louca, muito bem. Eu quero ser obediente. Acho que isso vai contar para alguma coisa, contudo, se eles não responderem imediatamente, eu vou embora daqui".

Ele atravessou a rua e tocou a campainha. Ele pôde ouvir uma barulho vindo de dentro, parecido com o choro de uma criança.

A voz de um homem soou alto: "Quem está aí? O que você quer?". A porta abriu-se antes que o jovem pudesse fugir. Em pé, estava um homem vestido de jeans e camiseta. Ele tinha um olhar estranho e não parecia feliz em ver um desconhecido em pé na sua soleira. "O que é? ".

O jovem entregou-lhe o galão de leite. "Comprei isto para vocês". O homem pegou o leite e correu para dentro falando alto.

Depois, uma mulher passou pelo corredor carregando o leite e foi para a cozinha. O homem seguia-a segurando no braços uma criança que chorava.

Lágrimas corriam pela face do homem e, ele começou a falar, meio soluçando "Nós oramos. Tínhamos muitas contas para pagar este mês e o nosso dinheiro havia acabado. Não tínhamos mais leite para o nosso bebê.
Apenas orei e pedi a Deus que me mostrasse uma maneira de conseguir leite".
Sua esposa gritou lá da cozinha: "Pedi a Deus para mandar um anjo com um pouco... Você é um anjo?
O jovem pegou a sua carteira e tirou todo dinheiro que havia nela e colocou-o na mão do homem.

Ele voltou-se e foi para o carro, enquanto as lágrimas corriam pela sua face.

Ele experimentou que Deus ainda responde os pedidos.
Agora, um simples teste para você: Se você acredita em instintos verdadeiros, copie esta mensagem e mande para todos os seus amigos.

Você tem 24h por dia, gasta com muitas coisas. Quanto tempo você leva para parar um pouquinho e ouvir Deus?

A bênção de doar

Written By Promessas de Deus on sexta-feira, 3 de maio de 2013 | 17:48



Play
TEMPO DE REFLETIR – 3 de maio de 2013
A alma generosa prosperará, e quem dá a beber será dessedentado. Provérbios 11:25
No plano da salvação, a sabedoria divina designou a lei da ação e reação, tornando duplamente bendita a obra de beneficência em todos os seus ramos. O que dá aos necessitados beneficia a outros e é ele próprio beneficiado em grau ainda maior. [...]
Para que não perdêssemos os benditos resultados da beneficência, nosso Redentor elaborou o plano de nos alistar como Seus cooperadores. Mediante uma cadeia de circunstâncias que despertariam nossa caridade, Ele nos concede os melhores meios de cultivar a beneficência e nos conserva doando habitualmente para ajudar os pobres e promover Sua causa. Por meio das necessidades deles, o mundo arruinado está extraindo de nós talentos em forma de recursos e influência a fim de apresentar-lhes a verdade, por falta da qual estão a perecer. [...] Doando, beneficiamos a outros, acumulando assim verdadeiras riquezas. [...]
A cruz de Cristo é um apelo à beneficência de todo discípulo do bendito Salvador. O princípio aí exemplificado é doar, doar. Isso, realizado em verdadeira beneficência e boas obras, é o legítimo fruto da vida cristã. O princípio dos não cristãos é adquirir, adquirir, e assim esperam assegurar a felicidade; levado a efeito em todos os sentidos, porém, o fruto desse princípio é infelicidade e morte. [...]
Cristo designou aos seres humanos a obra de propagar o evangelho. Porém, enquanto alguns saem a pregar, Ele pede a outros que Lhe atendam às reivindicações quanto aos dízimos e às ofertas com que se possa sustentar o ministério e disseminar a verdade impressa por toda a Terra. Esse é o meio pelo qual Deus nos quer exaltar. É justamente a obra de que necessitamos, pois moverá a mais profunda compaixão do nosso coração, chamando à ação as mais elevadas faculdades mentais. [...]
Deus planejou o sistema de beneficência a fim de que nos tornássemos como nosso Criador, benevolente e de caráter altruísta. [...]
O crente povo de Cristo deve perpetuar Seu amor. [...] Vamos nos reunir ao redor da cruz do Calvário, em sacrifício e abnegação. Diante da cruz, vendo o Príncipe do Céu morrer por nós, poderíamos fechar o coração e dizer: “Não, não tenho nada para dar?” Deus nos abençoará ao fazermos o melhor que pudermos (Review and Herald, 3 de outubro de 1907).
********************************************************************************************************************

Mensagens para Facebook !

Basta Clicar com o Botão Direito em cima da imagens e "Salvar Imagens  Como"
Salve em seu computador ..
E Pronto!












Breve mais Imagens!

Provérbios 25:14

Written By Promessas de Deus on quinta-feira, 2 de maio de 2013 | 05:09

Play

Está na Bíblia 036
Quem promete e não dá é como a nuvem e o vento que não trazem chuva.
Está na Bíblia! Provérbios 25:14
Você já leu a Bíblia hoje?


A felicidade do discípulo


TEXTO BÍBLICO: At. 5.1-12 PALAVRA INTRODUTÓRIA.
A felicidade do discípulo
TEXTO BÍBLICO: At. 5.1-12
PALAVRA INTRODUTÓRIA.
Ao lermos o sermão do monte que tem seu inicio no capitulo cinco e se encerra no capitulo sete do evangelho de Mateus, o ensinamento de Jesus estimula seus primeiros discípulos a fazer uma releitura da interpretação da lei, desafiando-os a um retorno a mensagem dos profetas do antigo testamento. A nova proposta tinha como objetivo uma reinterpretação da lei numa tentativa de redescobrir o verdadeiro sentido da espiritualidade, que por sua vez deveria resultar numa relação amorosa e verdadeira com o Deus de Israel.
Na nova aliança, a adoração deveria estar totalmente desprendida do formalismo, legalismo e tradicionalismo, fato que predominava na prática religiosa dos Judeus da época. O retorno ao ensino dos profetas causaria transformações profundas nos corações distanciados de Deus. A religiosidade expressada apenas no discurso, nos ritos e na formalidade, deveria tomar dimensões maiores onde o coração deveria ser o ponto de partida de toda adoração.
Na nova proposta de Jesus de Nazaré, a verdadeira expressão de espiritualidade cristã deve se evidenciar na vida prática, nos acontecimentos cotidianos, que por sua vez os valores do reino de Deus devem ser expressos. Crer e Ser deveria ser o alvo de todo discípulo.
No capitulo cinco, dos versículos um ao doze, Jesus ensina que a verdadeira felicidade é encontrada no cultivo de valores que transcendem a vida temporal. Estes estão acima de posses materiais que podem trazer uma felicidade momentânea, incerta, imperfeita e limitada, ao passo que a primeira é perfeita e eterna.
1. OS HUMILDES DE ESPÍRITO.
“Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o Reino dos céus.” (v.2)
Jesus inicia seu sermão dizendo que bem aventurado, (gr. makarios= feliz, abençoado), são os humildes de espírito porque deles é o reino dos céus (v3). Não apenas os desprovido de bens materiais, mas indivíduo de coração quebrantado, humilhado, submissos à vontade do pai, reconhecedores dos grandiosos benefícios da Graça divina, reconhecendo que tudo que tem de bom, quer material, quer espiritual, provem dessa Graça.
Ser humilde de espírito é reconhecer suas limitações, fraquezas e pecados diante da poderosa soberania de Deus, é ser como meninos, totalmente dependentes dos pais (Mt. 18.3-4), que somos inevitavelmente dependentes de Deus (Jo.15.1-5). Os que pretendem confiar em si mesmo, rejeitando os cuidados do pai celestial, haverão de sofrer danos (Jo.15.6).
A humildade é encontrada naqueles que estão dispostos a esvaziar-se de si, e pedir ao pai o enchimento do Espírito (Ef.5.18). São aqueles que sempre reconhecerão o senhorio de Cristo, colocando-se na condição de servo e não de senhor. Estes não terão mais a pretensão de achar que são humildes, pois o exercício do quebrantamento, da humilhação, da piedade e do amor a Deus e ao próximo, os velará a trilhar no verdadeiro caminho da humildade.
2. OS QUE CHORAM.
“Bem aventurados os que choram, porque serão consolados.” (v.4)
No versículo quatro, Jesus diz que bem aventurados são os que choram porque acharão consolo. O choro da bem aventurança pode ser expresso em várias circunstâncias. Podemos chorar lamentando nossos próprios pecados, reconhecendo nossa condição de pecador dependente da graça de Deus, chorando em momentos de confissões sinceras de pecado acompanhado de arrependimento, aprendendo nas tribulações, buscando refrigério em Deus. Não o choro do desespero, da incerteza, mas de um coração humilhado diante de Deus, não lágrimas motivadas pelo remorso, como Judas e Esaú que ainda derramando-as, não achou lugar de arrependimento (Hb. 12.16-17). Podemos chamar essa experiência de choro do Espírito, onde as emoções humanas dão lugar à ação poderosa do Espírito Santo na vida do servo de Deus.
Outro motivo louvável para chorar é o choro por amor aos perdidos. O amor pelos não salvos deve produzir em nós compaixão, desejo ardente de pregar o evangelho, ir ao encontro deles, servindo, doando-se, amando o próximo. Em missões para onde o Senhor nos envia, certamente ele levantará homens e mulheres dispostos a regar o pasto com lágrimas por amor ao Reino de Deus. As orações de interseção, as viagens, os conflitos, as perdas, os fracassos na evangelização e dentre outras situações na missão, poderão produzir lágrimas em um coração ardente e sincero de um missionário de Deus.
Em meio ao choro virá a certeza do consolo divino. Os que derramaram lágrimas encontrarão a felicidade na promessa de que o próprio Deus as enxugará, e nos apascentará (Ap.7.17; 21.4). Esta será a recompensa para aqueles que sinceramente quebrantaram os corações. Na caminhada da vida, se submeteram a sua vontade. Estes, nunca mais haverão de chorar porque serão eternamente consolados por Cristo.
O Cordeiro tomará o papel de Pastor e do seu trono nos apascentará, nos guiará para fontes de água viva e reinaremos eternamente com ele (Ap.7.17).
3. SOBRE OS MANSOS.
“Bem aventurados os mansos, porque herdarão a terra.” (v.5)
Os mansos também encontrarão felicidade. Se alguém busca esta virtude certamente a encontrará em Cristo. Em sua missão ele desafia seus discípulos a aprender dele sobre mansidão e humildade. Aqueles que estivessem dispostos a se dobrar diante de seu julgo, que não seria mais o julgo e o fardo pesado da obrigação da lei com suas observâncias e ordenanças, impostas pelos religiosos da época, passariam a exercitar a virtude da mansidão (Mt.11.29).
Ser manso é equivalente e ser humilde. É ser submisso a Cristo, aprender com ele a bem aventurança de ser moderado, ouvinte, sereno, paciente, equilibrado, acolhedor, é ter espírito de mansidão (1Pe.3.4;1 Cor.4.21; Ef. 4.2).
Outra personagem bíblico merece atenção, quanto ao assunto da mansidão. No livro de Números, no capitulo 12 versículo 3, a palavra manso vem do hebraico Anâw, uma referencia aos pobres, simples e ignorantes, mas também refere-se as virtudes de humildade e ternura encontradas no servo Moisés. Ele se destaca entre os líderes do antigo testamento como o homem mais manso entre os homens da terra (Nm.12.3). Sua trajetória na missão que lhe foi entregue, revela o quanto Moisés tinha esse espírito de mansidão. Intercessor paciente, com mansidão aguardando a resposta de Deus no tempo oportuno, submisso à vontade soberana de Deus como pastor do rebanho que lhe foi entregue.
Certamente o exemplo de Cristo, como do servo Moisés, nos traz lições valiosas quanto ao ensino das bem aventuranças. Feliz é aquele que aguarda atenciosamente o cumprimento dessa maravilhosa promessa de herdar a terra juntamente com Cristo.
4. OS FAMINTOS POR JUSTIÇA.
“Bem aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos”(V.6).
Essa justiça implica em reconhecer o quanto somos pecadores, convictos que fomos justificados pela graça de Deus.
O Dr. Martin LIord-Jones comenta:
“Ter fome e sede de Justiça significa anelar por ser livre do pecado, porque o pecado nos separa de Deus. Assim sendo, o desejo de obter a justiça é o desejo de estar bem com Deus, desejo de desvencilhar do pecado…” (Citação de Jones retirado do livro ministério cristão e espiritualidade de Durvalina Bezerra).
Em nossa relação com Deus inevitavelmente não estaremos em plena comunhão numa forma total e completa, isso pelo fato de nossa velha natureza ainda atuar em nós. O escape está na justificação em Cristo Jesus que pela sua maravilhosa graça, por meio da fé, nos livra de toda culpa (Ef. 2.8-9).
A fome e sede pela justiça são saciadas quando recusamos a perigosa sugestão da carne na auto- justificação. Não devemos procurar desculpas para justificar nossos pecados, mas com atitude de arrependimento devemos nos aproximar de Deus como reconhecedores de sua Graça. Admitir nossos erros e buscar o gracioso perdão. Procurar refrigério e consolo em Deus que é rico em misericórdia.
5. OS MISERICORDIOSOS.
“Bem aventurados os misericordiosos porque alcançarão misericórdia” (v7).
Os misericordiosos são aqueles que se compadecem do próximo. Estes têm boa disposição para acolher, não julgam pela aparência, mas com espírito misericordioso leva a carga do outro, suportando as debilidades dos mais fracos, não agradando a si mesmo, mas usando de misericórdia para com todos (Rm.15.1).
Ser misericordioso é ter compaixão pelo necessitado colocando a misericórdia acima dos ritos e obrigações religiosas. Jesus ilustra bem essa verdade na parábola do bom samaritano. O levita e o sacerdote priorizaram suas obrigações religiosas em detrimento do socorro ao homem ferido, ao passo que o samaritano demonstra uma atitude de bondade, compaixão e amor, transcendendo a forma de espiritualidade praticada pelos líderes religiosos da época.
Quanto de nós por muitas vezes priorizamos as programações eclesiásticas em nossas igrejas, e outras obrigações que são comissionadas aos membros da denominação, em detrimento do exercício da misericórdia? Quem acolherá o doente?
Quem socorrerá o faminto? Quem dará abrigo ao sem teto? Não é por ventura esta a nossa missão?
A bem aventurança em ser misericordioso está no fato de que alcançaremos misericórdia da parte de Deus. Ela virá acompanhada de acolhimento, afeto, perdão, frutos da maravilhosa Graça. Esta necessita de ser imitada, buscada desejada, pois o alvo aponta para uma vida que imita Cristo.
6. OS LIMPOS DE CORAÇÃO.
“Bem aventurados os limpos de coração porque eles verão a Deus.” (V8).
Nessa parte do sermão Jesus propõe aos seus discípulos a busca de uma santidade no interior. O desafio estava em viver uma espiritualidade não exteriorizada. As esmolas, o jejum, a oração como toda prática de espiritualidade deveria partir do interior do homem, a raiz de toda adoração deveria partir do coração (Mt.6.1-18).O exercício de uma santidade no interior motivaria os discípulos a avaliá-los a si mesmo numa auto-sondagem do seu próprio ser.
Foi esta experiência que viveu o teólogo Agostinho de Hipona quando percebeu que o mal não estava do lado de fora, mas em nosso interior. Este é o ponto de partida para uma percepção de nossa natureza pecaminosa e consequentemente gerar em nós uma atitude de contrição e quebrantamento, levando-nos a uma total dependência de Deus na busca da santificação. Os limpos de coração terão a grata satisfação de ver Deus como ele é. Contemplar sua santidade e reinar com Cristo eternamente.
7. OS PACIFICADORES.
“Bem aventurados os pacificadores porque serão chamados filhos de Deus” (V.9).
Os pacificadores são os que semeiam a paz. Ser pacifico é aborrecer todo e qualquer tipo de inimizade. Fogem de contendas. Uma das principais características do pacificador é sua capacidade de liberar perdão. Fica em permanente inquietação enquanto não resolver os maus entendidos com um irmão, não permite que seu coração seja solo fértil para semeadura de contendas, raiz de amargura, ódio, rancor e tudo que é contrario a paz e a comunhão no corpo de Cristo.
Os pacificadores não medem esforços para promover a paz. Em situações de conflito entre irmãos, sempre apontam o caminho da reconciliação e do perdão. Aborrece a maledicência, o exclusivismo, o individualismo, mas com espírito pacificador semeiam os benefícios concedidos pela graça divina, estes serão verdadeiramente chamados filhos de Deus, pois tiveram um estilo de vida semelhante ao do Senhor e mestre Jesus Cristo, são os que refletiram o caráter de Deus em suas vidas.
8. OS PERSEGUIDOS POR CAUSA DA JUSTIÇA.
“Bem aventurados os perseguidos por causa da justiça porque deles é o reino dos céus” (v.10).
São os que sofrem por amor a Cristo, que em meio às perseguições permanecem perseverantes até o fim. Suportam o sofrimento, sofrem o dano por causa da justiça, renunciam a si mesmo em benefício do reino, estão dispostos a levar a Cruz (calculam o preço), tem como prioridade de vida a busca do reino de Deus e sua justiça (Mt.6.33), encaram as perseguições como um estimulo para prosseguir na caminhada com desejo de estar mais próximo de Deus, colocam os valores celestiais acima dos valores terrenos. O regozijo está na grande recompensa que vem do céu, sabendo que aqueles que vieram antes de nós, também sofreram perseguições (Mt.5.12).
CONCLUSÃO.
A verdadeira felicidade certamente será encontrada na busca por estes valores, nos quais transcende o aqui e agora, o humano, o compreensível. Os bem aventurados terão o privilegio de contemplar o sublime, o eterno, verão a grandeza e majestade do reino messiânico, reinarão eternamente com Cristo. Felizes são aqueles que aguardam as promessas divinas firmados na bendita esperança, a saber, o dia da gloriosa vinda de nosso Senhor Jesus Cristo!

Tua vitória tem sabor de fel

Tua vitória tem sabor de fel
1 Pe 4.12-19
12 Amados, não se surpreendam com o fogo que surge entre vocês para prová-los, como se algo estranho estivesse acontecendo.
13 Mas alegrem-se à medida que participam dos sofrimentos de Cristo, para que também, quando a sua glória for revelada, vocês exultem com grande alegria.
14 Se vocês são insultados por causa do nome de Cristo, felizes são vocês, pois o Espírito da glória, o Espírito de Deus, repousa sobre vocês.
15 Se algum de vocês sofre, que não seja como assassino, ladrão, criminoso, ou como quem se intromete em negócios alheios.
16 Contudo, se sofre como cristão, não se envergonhe, mas glorifique a Deus por meio desse nome.
17 Pois chegou a hora de começar o julgamento pela casa de Deus; e, se começa primeiro conosco, qual será o fim daqueles que não obedecem ao evangelho de Deus?
18 E, “se ao justo é difícil ser salvo, que será do ímpio e pecador?”
19 Por isso mesmo, aqueles que sofrem de acordo com a vontade de Deus devem confiar sua vida ao seu fiel Criador e praticar o bem.
As falsas doutrinas e erros do evangelho adoecido que está na moda e que muitos estão seguindo, se reflete também nas letras de muitos “hinos” que estão na boca do povo e também bombando nas emissoras de rádio e televisão.
Um em especial, que fala de uma suposta vitória com sabor de mel, discorre sobre um episódio que assassina a língua portuguesa e faz apologia à vingança e o regozijo do autor sobre a desgraça alheia. A vitória em questão não é, em instância alguma, do reino da Luz sobre o reino das trevas, muito menos contra as tentações ou as ciladas do inferno, enfermidades ou injustiças sociais, mas contra alguém contrário, de certa forma, ao autor. Vitória e vingança contra quem falava mal dele, zombava dele, o criticava etc.
Não se sabe em que “evangelho” o autor da música se embasou para escrever tamanho desrespeito à Palavra de Deus, mas o refrão se transformou em grito de guerra entre aqueles que desconhecem os verdadeiros desígnios do Senhor para os fiéis neste mundo.
É interessante que na Bíblia Sagrada vitórias nunca tiveram sabor de mel, mas de Fel. Leia a história de Abraão, Jacó, José, Moisés, Josué, Sansão, Samuel, Davi, Daniel, Jeremias, Neemias, Ester, Rute e o mais amargo que fel momento de Jesus Cristo no monte das oliveiras, onde tragou do cálice  até a última gota.
Vide Hebreu capítulo 11 que elenca os heróis da fé, ninguém subiu em palco sobre holofotes, não ouviram dos inimigos aplausos, muito menos tornaram-se milionários.                                                                                                                                               Suas vitórias lhes deixaram feridas profundas, cicatrizes no corpo e na alma; outros ainda foram serrados ao meio, incendiados, esquartejados, crucificados, humilhados. Foram vitoriosos sim, merecendo um capítulo particular de dedicação da epístola, mas foi uma vitória amarga de dor e morte. Negar a si mesmo e tomar a cruz não é nada agradável, é amargo como o fel.
Os adoecidos entendem que as vitórias que conquistam nesta vida diz respeito às suas próprias, aos palcos, projeções, estrelatos, enriquecimentos, quando a Bíblia nos adverte que todas as nossas conquistas neste mundo são para a glória do Senhor Jesus, e para a obtermos devemos abrir mão de tudo, desaparecermos, morrermos. Só assim a Luz do Senhor passará a brilhar em nós.
Por fim, está música reflete psicologicamente os sentimentos do autor e esnoba aqueles que a ouvem cantar. É como se ela desabafasse  dizendo:
“- Viu aí? Você que me criticava? Agora se morda de raiva, pois eu estou no palco e você na plateia.”
Isso nunca foi a tônica do Evangelho de Jesus.
Tenho que concordar com uma frase da música:
“O agir de Deus é lindo na vida de quem é Fiel”
Mas não se esqueça que tua vitória sempre terá sabor de Fel, para a Glória de Cristo Jesus.

A recompensa do cristão

Play

TEMPO DE REFLETIR – 2 de maio de 2013
Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas. Mateus 6:33

Muitos falam da vida do cristão como se ela tirasse de nós prazeres e alegrias deste mundo. Digo que ela não tira coisa alguma digna de ser conservada. Sofrem os cristãos preocupações, pobreza e aflições? Oh, sim, isso se espera nesta vida! Está, porém, o pecador, de quem falamos, fruindo os prazeres deste mundo, livre desses males? Não o vemos muitas vezes com o rosto pálido e acometido de tosse sufocante, indicando uma enfermidade fatal? Não está sujeito à febre alta e doenças contagiosas? Quantas vezes o ouvimos reclamar de grandes perdas de bens mundanos? Esse é seu único tesouro. Eles perdem tudo. Esses infortúnios do pecador são desconsiderados.
Os cristãos, às vezes, pensam que têm vida difícil e que é uma condescendência de sua parte apegar-se a uma verdade impopular e professar ser seguidores de Cristo; que o caminho parece duro e têm muitos sacrifícios a serem feitos, quando, em realidade, não fazem sacrifício algum. Se, na verdade, são adotados na família de Deus, que sacrifício fizeram? Talvez o fato de seguirem Cristo haja rompido alguma amizade com parentes amantes do mundo, mas considere a troca: seus nomes escritos no livro da vida do Cordeiro, elevados, sim, grandemente exaltados, para serem participantes da salvação, herdeiros de Deus e co-herdeiros de Jesus Cristo em uma herança incorruptível. Se o elo que os liga aos parentes não cristãos se enfraquecer por causa do nome de Cristo, um elo mais forte será formado; um elo que liga o ser humano finito ao Deus infinito.
Consideraremos um sacrifício de nossa parte trocar o erro pela verdade, as trevas pela luz, a fraqueza pela força, o pecado pela justiça, um nome e uma herança perecíveis na Terra por honras perduráveis e um tesouro imortal? [...]
Se há alguém que devia ser continuamente agradecido, esse é o seguidor de Cristo. [...] Se os cristãos pensam demais na dificuldade do caminho que têm a trilhar, tornam-no mais difícil do que realmente é. Se, porém, demoram-se na consideração dos pontos iluminados do percurso e são agradecidos por todo raio de luz recebido, demorando-se também na rica recompensa que se encontra no fim da corrida, em lugar de pensar na tristeza, na lamentação e na reclamação, eles terão um semblante alegre (Review and Herald, 28 de abril de 1859).
********************************************************************************************************************

Evangelho de Tomé

Written By Promessas de Deus on quarta-feira, 1 de maio de 2013 | 04:59


O Evangelho de Tomé em AudioBook, disponibilizado gratuitamente pelo site Mensagem Gospel, um livro apócrifo descoberto em 1945. No livro Tomé cita falas, ditos e diálogos breves de Jesus.

Oração Saúde


As adversidades da vida caem sobre nós sem nos dar avisos. Em nome de Jesus, peço agora meu Senhor, que de forças para estas pessoas enfermas, para estas pessoas que neste momento estão sofrendo de uma forma angustiante, tristes por estar em uma situção delicada e também Senhor, aquelas pessoas que não estão doentes mas sofrem ao lado de parentes, amigos, sem ao menos poder fazer alguma coisa. Em nome de Jesus amenize as dores destas pessoas e faça meu Deus com que a vida seja mais branda, e que essas pessoas possam superar mais esta situação. O Seu poder é inimaginável, a sua glória e inexplicável, e o seu amor meu Deus é mais do que qualquer coisa. Em nome de Jesus fortaleça os enfermos; em nome de Jesus fortaleça essas pessoas que passam por tais problemas e ilimune os caminhos com o seu Espírito Santo, e que na sua dor faça prevalecer a paz. Em nome de Jesus que a compaixão se manifeste a todos, e todos em bom tom possam agradecer e magnificar ao Senhor, em nome de Jesus amém....

Provérbios 24:19,20

Written By Promessas de Deus on segunda-feira, 29 de abril de 2013 | 05:50

Play

Está na Bíblia 035
Não se revolte por causa dos maus nem tenha inveja deles. Os pecadores não tem futuro; eles são como uma luz que está se apagando.
Está na Bíblia! Provérbios 24:19,20
Você já leu a Bíblia hoje?


O juiz injusto

Play

TEMPO DE REFLETIR – 29 de abril de 2013
Ainda que não temo a Deus, nem respeito os homens, todavia, como esta viúva me molesta, hei de fazer-lhe justiça, para que enfim não volte e me importune muito. Lucas 18:4, 5 (ver versos 1-8)
Nesta parábola, Cristo traça um nítido contraste entre o juiz injusto e Deus. O juiz, apesar de não temer a Deus nem aos homens, deu ouvidos à viúva por causa de suas constantes petições. Embora seu coração permanecesse como gelo, a persistência da viúva resultou no sucesso dela. Ele a vingou, apesar de não ter pena ou compaixão dela; apesar de a miséria dela não significar nada para ele. “E disse o Senhor: Ouvi o que diz o injusto juiz. E Deus não fará justiça aos Seus escolhidos, que clamam a Ele de dia e de noite, ainda que tardio para com eles? Digo-vos que, depressa, lhes fará justiça” (Lc 18:6-8).
O juiz cedeu ao pedido da viúva só por egoísmo e para se esquivar da contínua importunação. Quão diferente é a atitude de Deus em relação à oração! Nosso Pai celestial pode parecer não responder de imediato às orações e apelos de Seu povo, mas nunca o ignora com indiferença. Nessa parábola e na parábola do homem que se levanta à meia-noite para suprir as necessidades de seu amigo, para que o amigo possa atender um viajante necessitado, aprendemos que Deus ouve as nossas orações. Muitas vezes pensamos que nossas petições não são ouvidas, e nutrimos a descrença e a desconfiança em Deus quando deveríamos clamar a promessa: “Pedi, e dar-se-vos­-­­á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á” (Lc 11:9). [...]
O que é a oração? É meramente a apresentação da fome de nosso espírito? Não; é a apresentação de nossas preocupações e carências, e de nossa necessidade da ajuda de Deus contra nosso adversário, o diabo. [...] A oração deve ser elevada para a preservação da vida, para a preservação de todo poder e capacidade, para que possamos oferecer o mais elevado serviço ao nosso Criador. [...]
O justo Juiz não rejeita ninguém que O procura em contrição. Tem mais prazer em Seus filhos que pelejam com as tentações em um mundo de pecado do que na multidão de anjos que Lhe circunda o trono. Nenhuma oração sincera se perde. Em meio aos cânticos do coro celestial, Deus ouve o clamor do mais débil ser humano. Você que se sente o mais indigno, não tema confiar seu caso a Deus, pois os ouvidos dEle estão atentos ao seu clamor: “Aquele que nem mesmo a Seu próprio Filho poupou, antes, O entregou por todos nós, como nos não dará também com Ele todas as coisas?” (Rm 8:32) (Signs of the Times, 15 de setembro de 1898).
********************************************************************************************************************

O bom samaritano – parte 2

Written By Promessas de Deus on domingo, 28 de abril de 2013 | 07:14

Play

TEMPO DE REFLETIR – 28 de abril de 2013
E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, aplicando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele. Lucas 10:34
Nesta parábola, Jesus apresenta um estrangeiro, um semelhante, um irmão em sofrimento, ferido e prestes a morrer. [...] Apesar de os sacerdotes e escribas terem lido a lei, não a aplicaram à vida prática. [...]
Ao descrever a maneira com que o sacerdote e o levita trataram o homem ferido, o doutor da lei não ouviu nada que não estivesse em harmonia com suas ideias, nada contrário às formas e cerimônias que ele havia aprendido serem tudo o que a lei exigia. Jesus, porém, apresentou outra cena: “Mas um samaritano que ia de viagem chegou ao pé dele e, vendo-o, moveu-se de íntima compaixão. E, aproximando-se, atou-lhe as feridas, aplicando-lhes azeite e vinho; e, pondo-o sobre a sua cavalgadura, levou-o para uma estalagem e cuidou dele” (Lc 10:33, 34). [...]
Após destacar a crueldade e o egoísmo manifestados pelos representantes da nação, Cristo apresentou o samaritano, desprezado, odiado e amaldiçoado pelos judeus, e o colocou diante deles como alguém que possuía atributos de caráter muito superiores aos daqueles que alegavam justiça exaltada. [...]
Todo aquele que alega ser filho de Deus deve atentar para cada detalhe dessa lição. [...] O samaritano percebeu que diante dele estava um ser humano em necessidade e sofrimento, e tão logo o viu, compadeceu-se dele. [...]
O samaritano seguiu o impulso de um coração bondoso e amorável. Cristo apresentou a cena para que a mais severa repreensão fosse dada às ações insensíveis do sacerdote e do levita. Essa lição, porém, não diz respeito apenas a eles, mas a todos os cristãos de hoje, e nos adverte solenemente de que, pelo bem da humanidade, não fracassemos em demonstrar misericórdia e piedade aos sofredores. [...]
Na parábola do bom samaritano, Jesus apresentou Seu amor e caráter. A vida de Cristo estava repleta de obras de amor para com o perdido e falho. O pecador é representado no homem machucado, ferido e destituído de suas posses. A família humana, a raça perdida é retratada na vítima despida, a sangrar e desamparada. Jesus toma Seu manto de justiça e cobre o pecador, e toda pessoa que nEle crer não perecerá, mas terá vida eterna (Signs of the Times, 23 de julho de 1894).
********************************************************************************************************************

 
Support : Creating Website | Johny Template | Mas Template
Copyright © 2011. Promessas de Deus - All Rights Reserved
Template Created by Creating Website Published by Mas Template
Proudly powered by Blogger